
domingo, 29 de abril de 2007
Sequestro de criança

A Páscoa Cristã
"Chegou o dia da Festa dos Pães Asmos, em que importava comemorar a Páscoa. Jesus, pois, enviou Pedro e João, dizendo: Ide preparar-nos a Páscoa para que a comamos. Eles lhe perguntaram: Onde queres que a preparemos? Então, lhes explicou Jesus: Ao entrardes na cidade, encontrareis um homem com um cântaro de água; segui-o até à casa em que ele entrar e dizei ao dono da casa: O Mestre manda perguntar-te: Onde é o aposento no qual hei de comer a Páscoa com os meus discípulos? Ele vos mostrará um espaçoso cenáculo mobilado; ali fazei os preparativos.
E, indo, tudo encontraram como Jesus lhes dissera e prepararam a Páscoa. Chegada a hora, pôs-se Jesus à mesa, e com ele os apóstolos. E disse-lhes: Tenho desejado ansiosamente comer convosco esta Páscoa, antes do meu sofrimento. Pois vos digo que nunca mais a comerei, até que ela se cumpra no reino de Deus. E, tomando um cálice, havendo dado graças, disse: Recebei e reparti entre vós; pois vos digo que, de agora em diante, não mais beberei do fruto da videira, até que venha o reino de Deus.
E, tomando um pão, tendo dado graças, o partiu e lhes deu, dizendo: Isto é o meu corpo oferecido por vós; fazei isto em memória de mim. Semelhantemente, depois de cear, tomou o cálice, dizendo: Este é o cálice da nova aliança no meu sangue derramado em favor de vós". Lucas 22:7-20.
E hoje celebramos assim
A Ceia do Senhor - "Porque eu recebi do Senhor o que também vos entreguei: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão; e, tendo dado graças, o partiu e disse: Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim. Por semelhante modo, depois de haver ceado, tomou também o cálice, dizendo: Este cálice é a nova aliança no meu sangue; fazei isto, todas as vezes que o beberdes, em memória de mim.
Porque, todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha. Por isso, aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor, indignamente, será réu do corpo e do sangue do Senhor. Examine-se, pois, o homem a si mesmo, e, assim, coma do pão, e beba do cálice; pois quem come e bebe se discernir o corpo, come e bebe juízo para si. Eis a razão por que há entre vós muitos fracos e doentes e não poucos que dormem". ICor.11 23-30
"Alimpai-vos, pois, do fermento velho, para que sejais uma nova massa, assim como estais sem fermento. Porque Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós". ICor.5:7.
A Páscoa cristã tem um significado especial: todo aquele que aceita Jesus Cristo, crê nas palavras do Evangelho e nasce de novo do Espírito, se liberta da escravidão do pecado. É o sangue de Jesus, derramado na cruz do Cálvario que garante a nossa liberdade. Ele é o cordeiro definitivo que tira os pecados dos homens. Em Cristo morremos para o mundo e passamos a viver para o SENHOR. Ele é o cordeiro de nossa Páscoa.
"Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, [coelhos ou ovos de chocolate] que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que, por tradição, recebestes dos vossos pais, mas pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo". 1 Pedro 1:18-19.
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A Páscoa Judaica
o sêderA história de Pêssach, a Páscoa judaica, inicia-se nos dias do patriarca Abraão ( Avraham). Quando o SENHOR prometeu um herdeiro a Abraão, cujas sementes seriam tão numerosas quanto as estrelas do céu. O SENHOR também o informou do longo período de escravidão que seus descendentes sofreriam, por 400 anos, até que fossem libertos.
O primeiro dos descendentes de Abraão a chegar ao Egito foi seu bisneto Yossef (José), cuja miraculosa ascensão de escravo à quase realeza é uma das mais inspiradoras narrativas da Torá. Na dramática história de Yossef e seus irmãos, podemos ver claramente a mão condutora da Divina Providência que levou Jacó (Yaacov) e sua família ao Egito.
A chegada de Jacó (Yaacov) e sua família no Egito foi uma marcha triunfal. Assim foi também a partida, 210 anos depois, de seus filhos, os filhos de Israel, do Egito. Esta era a diferença: a pequena família de setenta pessoas havia se tornado uma nação grandiosa e unificada de três milhões de almas, das quais, 600.000 homens adultos.
A história de Pêssach, termina no seu ponto alto em Shavuot, festa da Outorga da Torá no Monte Sinai, é a história do nascimento de um "reino de sacerdotes e nação sagrada": o povo judeu.
Um mandamento divino
O primeiro Pêssach foi celebrado no primeiro dia do mês de Nissan, duas semanas antes do Êxodo do Egito,
O SENHOR disse a Moisés (Moshê) e a Arão (Aharon): "Este mês será para vocês o começo dos meses; será o primeiro mês do ano para vocês. Vão e falem à toda a congregação de Israel: no décimo dia deste mês, cada homem deverá tomar um cordeiro, conforme a casa de seus pais, um cordeiro para cada família; e deverá mantê-lo até o décimo quarto dia do mesmo mês; e toda a assembléia da congregação de Israel deve abatê-lo ao anoitecer. Deverão pegar o sangue e transportá-lo para as casas onde deverão comê-lo. Comerão a carne naquela noite, tostada ao fogo, com pão ázimo(matsá); comê-lo-ão com ervas amargas... E não deixarão sobrar nada até a manhã; mas aquilo que sobrar até a manhã deverá ser queimado com fogo. E assim deverão comê-lo: com a cintura cingida, com sapatos nos pés e o cajado na mão; e devem comê-lo com pressa, - é o Pêssach do Senhor. E quando Eu vir o sangue, passarei sobre vocês, e não haverá praga que os destrua, quando Eu golpear a terra do Egito. E este dia será para vocês um memorial, e deverão celebrá-lo como uma festa do Senhor, através de todas as gerações.
-Vocês deverão comer pão ázimo, e jogar fora todo alimento fermentado (chamets) de suas casas. Freqüentemente traduzido por fermento e levedura, "chamets" engloba, qualquer alimento produzido com alguma das cinco espécies de cereais - trigo, cevada, centeio, aveia e trigo sarraceno - ou qualquer de seus derivados que tenha entrado em contato com água, pois isso desencadearia o processo de fermentação. A Torá ordena que, antes do início de Pessach, nos desfaçamos de tudo o que é "chamets" em nossa propriedade, em virtude da proibição de usufruir ou tirar proveito do mesmo. Uma busca rigorosa é feita em nossos lares para eliminar qualquer vestígio dos alimentos proibidos.
E seus filhos dirão a vocês: O que significa o Pêssach? Vocês dirão: É o sacrifício oferecido ao SENHOR, que passou sobre as casas dos filhos de Israel no Egito quando Ele golpeou os egípcios e poupou nossas moradas."
As principais leis cerimoniais (mitsvot) do jantar cerimonial do Pêssach (Sêder) são: comer matsá; narrar a história do Êxodo ao recitar a Hagadá e explicar o significado de três itens: Pêssach (cordeiro pascal), matsá e maror (ervas amargas); beber quatro taças de vinho; comer maror; e recitar o Halel (cântico de louvores ao SENHOR).
A título de contribuição para o conhecimento da cultura judaica, nos dias de hoje, vamos publicar como é feita a organização do cerimonial do Pêssach Judeu de 2007 em São Paulo. Há um simbologismo maravilhoso e um nível de planejamento perfeito.
PROGRAMAÇÃO SUGERIDA
PRIMEIRA NOITE DE PÊSSACH
SEGUNDA-FEIRA, 2/4
• Acende-se as velas às 17h45
• Na oração da noite, Arvit, recita-se o Halel completo.
• No kidush, acrescenta-se a bênção de shehecheyánu. O kidush encontra-se na Hagadá.
• Após o sêder, antes de dormir, recita-se somente o primeiro parágrafo do Shemá e a bênção de Hamapil. Uma vez que esta é uma noite protegida (lel shimurim), as outras preces de proteção são omitidas.
PRIMEIRO DIA DE PÊSSACH
TERÇA-FEIRA, 3/4
• A partir de Mussaf (Prece Adicional) do primeiro dia de Pêssach fala-se “morid hatal” (que faz cair o orvalho) na segunda bênção da Amidá (em vez de “mashiv haruach umorid haguêshem”).
• Antes do almoço recita-se o kidush
• Na conclusão da refeição, ao se recitar o Bircat Hamazon (Bênção de Graças), acrescenta-se o parágrafo “Yaalê veyavô”, lembrando a festa de Pêssach.
SEGUNDA NOITE DE PÊSSACH
TERÇA-FEIRA, 3/4
• Acende-se as velas (a partir de uma chama pré-existente) após as 18h39 (em S. Paulo).
• Os preparativos para o segundo sêder são iniciados somente após este horário.
• Na oração da noite, Arvit, recita-se o Halel completo.
• Desta noite em diante inicia-se a contagem do ômer, que é feita todas as noites até a festa de Shavuot. O texto encontra-se no sidur. (Os quarenta e nove dias entre Pêssach e Shavuot são contados em antecipação ao recebimento da Torá).
• No kidush, acrescenta-se a bênção de “shehecheyánu”. O kidush encontra-se na Hagadá.
SEGUNDO DIA DE PÊSSACH
QUARTA-FEIRA, 4/4
• Antes do almoço recita-se o kidush
• É costume acrescentar um prato especial na refeição do almoço em lembrança ao banquete que a Rainha Ester ofereceu nesse dia e que levou ao milagre de Purim.
• Na conclusão da refeição, ao se recitar o Bircat Hamazon (Bênção de Graças), acrescenta-se o parágrafo “Yaalê veyavô”.
• Depois do completo anoitecer de quarta-feira (após as 18h38 em S. Paulo), recita-se a Havdalá (encontrada no sidur). A havdalá é a mesma do final do Shabat, omitindo-se as bênçãos sobre as especiarias e as chamas da vela trançada.
• A partir de quarta-feira à noite (até e inclusive 5/12), fala-se “Vetên berachá” (em vez de “Vetên tal umatar livrachá”) na nona bênção da Amidá.
CHOL HAMÔED PÊSSACH – dias intermediários
DE QUINTA-FEIRA, 5/4 A DOMINGO, 8/4
• As atividades criativas normalmente proibidas em Yom Tov são permitidas nos dias de Chol Hamôed exceto em Shabat de Chol Hamôed. Pode-se por exemplo: andar de carro, acender e apagar luz elétrica, etc. Porém, todo trabalho que exija muito esforço, muito tempo ou conserto profissional são proibidos em Chol Hamôed.
• O kidush e as bênçãos das velas não são recitados em Chol Hamôed. Não se colocam tefilin em Chol Hamôed.
• Nas orações de Arvit (noturna), Shacharit (matinal) e Minchá (da tarde), a Amidá recitada é a mesma de todo os dias; porém, acrescenta-se o parágrafo “Yaalê veyavô”, lembrando a festa de Pêssach.
• Também no Bircat Hamazon (Bênção de Graças) acrescenta-se “Yaalê veyavô”.
• Após Shacharit (Prece Matinal), recita-se meio-Halel, uma leitura da Torá e uma Amidá adicional, a de Mussaf de Pêssach.
SHABAT DE CHOL HAMÔED, 7/4
• Acende-se as velas na sexta-feira às 17h42 (horário em S. Paulo).
• Não se fala a bênção de “shehecheyánu” no acendimento das velas nem no kidush.
• O texto do kidush é o mesmo de todo Shabat.
• A Amidá de Arvit (noturna), de Shacharit (matinal) e de Minchá (da tarde) são iguais às de todo Shabat, porém, acrescenta-se o parágrafo “Yaalê veyavô”, lembrando a festa de Pêssach.
• Em Mussaf (Prece Adicional), a Amidá recitada é a de Pêssach (Shalosh Regalim), com passagens relativas a Shabat.
• Na conclusão das refeições, ao recitar Bircat Hamazon (Bênção de Graças), além de se acrescentar o parágrafo “Yaalê veyavô” (referente a Pêssach), recita-se a passagem de “Retsê”, como em todo Shabat.
• Em Shacharit (Prece Matinal) meio-halel é recitado.
• Neste Shabat, a leitura da Torá está relacionada à festa de Pêssach (em vez da parashá semanal) e encontra-se no sidur.
SÉTIMO DIA DE PÊSSACH
DOMINGO À NOITE, 8/4
• Deixa-se uma vela de sete dias ou uma chama acesa antes das 17h40. (Veja a explicação na pág. 9, “chama-pré-acesa”.)
• Acende-se as velas às 17h40 (em S. Paulo)
• Não se fala a bênção de “shehecheyánu” no acendimento das velas nem no kidush.
• Antes do jantar recita-se o kidush
• Na conclusão da refeição, ao se recitar o Bircat Hamazon (Bênção de Graças), acrescenta-se o parágrafo “Yaalê veyavô”.
• O milagre da Divisão do Mar aconteceu ao amanhecer do sétimo dia de Pêssach. É costume permanecer acordado nesta noite, tal como os judeus antigos o fizeram. Estuda-se Torá durante toda a noite.
SEGUNDA-FEIRA DE DIA, 9/4
• Em Shacharit (Prece Matinal) meio-Halel é recitado.
• O cântico de louvor pelo milagre da travessia do mar faz parte da leitura da Torá deste dia.
• Antes do almoço recita-se o kidush (pág. 20).
• Na conclusão da refeição, ao se recitar o Bircat Hamazon (Bênção de Graças), acrescenta-se o parágrafo “Yaalê veyavô”.
OITAVO DIA DE PÊSSACH
SEGUNDA-FEIRA À NOITE, 9/4
• Acende-se as velas (a partir de uma chama pré-existente) após as 18h33 (em S. Paulo).
• Não se fala a bênção de”shehecheyán”u no acendimento das velas nem no kidush.
• Antes do jantar recita-se o kidush.
• Nesta noite e no dia seguinte, mesmo quem toma cuidado para não molhar a matsá durante os outros dias de Pêssach, faz questão de comê-la molhada.
• Na conclusão da refeição, ao se recitar o Bircat Hamazon (Bênção de Graças), acrescenta-se o parágrafo “Yaalê veyavô”.
TERÇA-FEIRA DE DIA, 10/4
• Em Shacharit (Prece Matinal) meio-Halel é recitado.
• De manhã, antes de Mussaf (Prece Adicional), fala-se Yizcor em memória dos entes falecidos. É importante lembrar que o principal aspecto do Yizcor é a caridade prometida e doada (após o término de Pêssach) em memória do falecido.
• Antes do almoço recita-se o kidush.
• Na conclusão das refeições do dia, ao se recitar o Bircat Hamazon (Bênção de Graças), acrescenta-se o parágrafo “Yaalê veyavô”.
• É costume chassídico fazer uma refeição especial, com matsá e quatro copos de vinho, chamada Seudat Mashiach. Esta refeição tem a intenção de aprofundar nossa conscientização da iminência da Redenção Final. Este também é o tema da haftará do dia. Neste dia é possível realmente sentir a aproximação de Mashiach.
TÉRMINO DE PÊSSACH
• Depois do completo anoitecer de quinta-feira (após as 18h32 em S. Paulo), recita-se a havdalá (encontrada no sidur). A havdalá é a mesma do final do Shabat, omitindo-se as bênçãos sobre as especiarias e as chamas da vela trançada.
• Espera-se mais uma hora antes de abrir os armários de chamêts (vendidos na véspera de Pêssach), para que o rabino tenha tempo de readquiri-los.
• Toma-se cuidado absoluto para não comprar de um judeu, mesmo depois da festa, qualquer produto chamêts que ele não tenha vendido na véspera de Pêssach, porque é proibido usufruir do chamêts que foi propriedade de um judeu durante Pêssach.
Fonte: http://www.chabad.org.br
sábado, 14 de abril de 2007
O CASO RENASCER
Reportagem da Folha de Sao Paulo-Rio
"Os processos judiciais no Brasil e nos Estados Unidos contra os fundadores da Igreja Renascer, Estevam e Sônia Hernandes, por acusações como estelionato, lavagem de dinheiro, falsidade ideológica e ocultação de dólares interromperan um megaprojeto de radiodifusão com investimentos superiores a R$ 20 milhões.
Por conta das ações judiciais, o ministro das Comunicações, Hélio Costa, suspendeu todos os 155 pedidos para a concessão de retransmissoras de TV e de rádios FM educativas, até que ambos sejam julgados. A suspensão se estende a duas concessões de TV e 23 de rádio já adquiridas, por meio de empresas ligadas a líderes da igreja. Também decidiu cancelar em 31/01/07 a autorização à Igreja Renascer para retransmitir o sinal de televisão da Fundação Evangélica Trindade em Vila Velha, no Espírito Santo. A autorização havia sido dada em portaria publicada no Diário Oficial de segunda.
De acordo com o jornal Folha de S.Paulo, além disso a Renascer pode ainda perder a concessão da TV Gospel, principal emissora da igreja, baseada na capital paulista. O prazo da concessão, de 15 anos, expirou em 2003 e o pedido de renovação se deu apenas no ano passado, o que abriria a possibilidade de cancelamento. Costa quer que a Fundação Evangélica Trindade, dententora do canal de TV, prove que a emissora cumpre um papel educativo".
Nossos comentários:
* A gota d'água que faltava para uma ação mais intensa contra os projetos evangélicos na área de broadcasting aconteceu no aeroporto de Miami com o casal de bispos da Renascer.
* Mas há uma notícia boa. Assim como o KazaA envolveu milhões de pessoas no compartilhamento anônimo de músicas do formato Mp3, e o Skype envolveu 200 milhões de usuários usando o sistema de voz sobre o IP
derrubando tarifas telefonicas a custo zero, vem aí o JOOST-projeto dos mesmos idealizadores do KazaA e do Skype.
* O Joost é a Televisão sobre o IP. Isso está revolucionando as comunicações e levando pavor aos grandes donos de redes de tv - mundiais.
* Quando o diabo fecha uma janela, Deus abre uma porta. Não há como segurar o Evangelho - nem mesmo os escândalos nem a perseguição religiosa.
* Não vamos emitir opinião quanto aos "apóstolo" e "bispa" da Renascer pois eles estão sendo ouvidos pela Justiça dos EUA e depois serão ouvidos pela Polícia Federal no Brasil. Nossa atitude no momento é de oração, principalmente pelos membros e oficiais daquela Igreja.
Filho pródigo

Quanto mais leio a parábola do Filho Pródigo, mais acredito que haja milhares deles espalhados, hoje, pelas igrejas. Não me refiro aos que estou voltando ao lar, mas aos outros - os que estão com as malas arrumadas, prontos para partir.
Por egoísmo e frieza na fé.
Quando apenas posso ver defeitos e chatice dentro da casa do Senhor, é sinal de que as malas estão prontas para uma viagem infeliz. Fico pensando no caminho inverso que Cristo trilhou descendo do céu para habitar junto a homens e mulheres egoístas. Ele não teve nem um berço para nascer.
De onde vem todo este egoísmo, esta falta de compromisso com a família, de compromisso com o Senhor e com sua Igreja? A resposta pode estar em "E por se multiplicar a iniqüidade, o amor de muitos esfriará". Se ficarmos muito atentos ao pecado dos outros corremos o risco de hipermetropria, que é enxergar bem ao longe e não conseguir ver os nossos pecados, que estão perto.
O egoísmo é ausência de amor.
A semente do amor é divina. Dela brotam a solidariedade, a paciência, o arrependimento, a esperança, o compromisso com família: com o pai, a mãe, os irmãos; na Igreja o esforço para servir melhor, se engajar em alguma atividade cristã. Por fim um compromisso de ser fiel à vontade do Senhor.
O egoísmo, alguém disse, é um pântano de onde brota toda espécie de pecado. Começa com pequenas coisas: um prato sujo na pia, que não pretendo lavar, um tênis fedorento jogado pelo quarto, junto com meias sujas, u'a mãe doente com um tanque cheio de roupas para lavar enquanto filhos e filhas estão assistindo tv. Insensibilidade, omissão, insatisfação e o desvio.
"Ainda que eu fale as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, serei como o bronze que soa ou como o címbalo que retine. Ainda que eu tenha o dom de profetizar e conheça todos os mistérios e toda a ciência;
Com amor,
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